calamitosa arte,
essa do usu(R)ário da palavra.
e quando a usura toma
por valor o co(r)po, o gozo,
e o que inebria,
a palavra toma formas
-MOLOTÓVICAS-
garrafa, álcool, bico molhado,
fogo querosenado
(((tão assim, quanto as calças.
tão molhadas quanto explosivas)))
...
decerto que a vontade, o desejo e o
paudurismo assentaram-se no recinto.
cheiros-e-gostos-de-púbis-brasivas
úmidas-púbis-ávidas-penetrativas
ósculo-sobre-ósculo
e o desejo não sacia.
{{{nada mais de
menino/tarado/(((NU)))
armário da prima, frestas de luz e imagens,
admiração ativa de frestas mais palpáveis,
nos fins-de-semana/reunião-de-família,
ambiente de sol-carne-e-praia, com
[[[punheta no escuro e mão gozada]]].}}}
...
do valor da usura, agora se fez
___BIANCA___
puta de guerra,
nome de guerra,
vulva de guerra,
inúmeros disparos, em despacho
da pressão leitosa que me tortura as bolas,
em mira das entre-coxas de
Bianca-boceta-branca.
na cama/trincheira, inúmeras
indulgências/espólios/esporros,
e nada de dúvidas,
(((só dívidas e cadáveres))).
e o que é, por direito e (ir)responsabilidade,
posse eterna da putana,
o desejo de gozar tinta branca
na branca-boceta-de-Bianca,
e gozar tinta vermelha em bilhetes
suicídas.
mas Bianca não lê bilhetes suicídas,
ela as guarda numa gaveta de criado-mudo.
0 comentários:
Postar um comentário