sexta-feira, 18 de março de 2011

não sei real, qual meu eu lírico.
se o que senta, lembra, e chora;
ou o que levanta e segue, reproduz;
ou, por fim, o que entra vertiginoso,
no caminho de deixar morrer.
mas o tempo corre, e a bomba
tem relógio de fuso aleatório.
eu-bomba-viva-tragédia-lira?!

1 comentários:

Tiago P. disse...

Pensei em milhões de coisas enquanto lia. Não sei se era essa a intenção, mas foi ótimo pq me levou a muitos lugares. Parabens.