hei de fazer fogo um amor
safado, abusado e rasgado,
à minha maneira.
[[[sob o teu molde,
o resultado do amor meu, teu
produto]]]
disperso, calor vermelho,
velado azul veludo, cinza em ato.
e já pelo rubor da recíproca em si,
permaneço, calado, em mi,
aguar(dente) de esporro
em gozo preso
no fim das tuas coxas,
a prova de minha inexistência.
2 comentários:
Dia desses tava bebendo com Natan e uns amigos e eles começaram a falar de poesia. Um monte de nome estranho sabe... Enchi o saco daquele papo e disse: "Porra, vcs já leram algo do Cauan caralho!!!"
E de fato vc faz juz a minha defesa com essa sua poesia, digamos, visceral. Gosto disso, de verdade!
cara tu é muito bom! bá adorei!
Postar um comentário